Sábado, 30 de Agosto de 2008

ATÉ QUANDO?

 

Ser pela Paz...É chique

Está na moda;  sustenta o ego

Desde que não prejudique

E como dar esmola a cego

*

...Não ilemina a cegueira

Tão pouco a consciência

Tem sido assim a vida inteira

Porque a paz , não é uma exigência

*

É preciso, é urgente

Avisar, quem a guerra faz

Será preciso mostrar o dente

Para que, tenhamos Paz!

*

Josémanangão

-

Esperamos por ti...até lá companheiros!

publicado por POESIA-NO-POPULAR às 15:54
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Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008

É TÃO BONITA A NOSSA FESTA PÁ

 

-

                  Assim começa a nossa festa pá

               Estou contente

               Ao ver assim tanta gente

               Feliz por colaborar

-

               É tão forte a nossa festa pá

               Já quase pronta

               Resistindo à afronta

               De quem a quer derrubar

-

               É tão bonita a nossa festa pá

               Estamos felizes

               Orgulhosos das raizes

               Vamos todos festejar

-

               É de todos... a nossa festa pá!!!!

-

Esta foto foi surripiado ao Antonio Vilarigues do blog " O Castendo"

publicado por POESIA-NO-POPULAR às 11:51
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Sábado, 23 de Agosto de 2008

A FESTA DO ÁVANTE

-

É a festa do materialismo dialético

Na sua constante evolução

Mas tambem tem sentido poético

Cultural, gastronómico e diversão

*

A ciência está dentro da nossa vida

A vida está dentro da nossa festa

Talvez por isso há muito quem diga

Que não existe festa como esta

*

Vem companheiro meu amigo

São três dias para recordar

Nós estamos a contar contigo

É o futuro que nos está a convidar.

-

Josémanangão

 

-

Sábado dia 6 ás 15h no Ponto de Encontro

Dá mais força há blogosfera!

 

publicado por POESIA-NO-POPULAR às 23:12
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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

CAMINHOS DA POESIA

-

                     Os longos caminhos da poesia

                    São caminhos da antiguidade

                    Da noite da luz da astrolatria

                    Da fé da crença e da realidade

-

                    São os caminhos da utopia

                    Do sonho da vida e do amor

                    Dos desejos e da fantasia

                    Do perfume da beleza da côr

-

                    Caminhos de fúria e ansiedade

                    De esperança e de inconstância

                    De busca de paz e de amizade

                    De trabalho de luta e militância

-

                    De exigência, de sentido estético

                    De humor de festa e de magia

                    De Arte de sonho e do profético

                    De tristeza, saudade e nostalgia 

-

                    De loucura de excentricidade

                    De carinho de ternura e alegria 

                    São os caminhos da solidariedade

                    Os longos caminhos da poesia.

-

                     Josémanangão

publicado por POESIA-NO-POPULAR às 18:45
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Sábado, 16 de Agosto de 2008

O POETA DA REVOLUÇÃO JOSÉ CARLOS ARY DOS SANTOS

-

                    SONETO DO TRABALHO

-

                     Das prensas dos martelos das bigornas

                     das foices dos arados das charruas

                     das alfaias dos cascos das dornas

                     é que nasce a canção que anda nas ruas.

-

                     Um povo não é livre em águas mornas

                     não se abre a liberdade com gazuas

                     á força do teu braço é que transformas

                     as fábricas e as terras que são tuas

-

                     Abre os olhos e vê. Sê vigilante

                     a reacção não passará diante

                     do teu punho fechado contra o medo.

-

                     Levanta-te meu povo. Não é tarde.

                     Agora é que o mar canta é que o sol arde

                     pois quando o povo acorda é sempre cedo.

-

Este poema que mantem toda a actualidade, foi retirado do livro "Vinte anos de poesia" do poeta comunista José Carlos Ary dos Santos

 

                   

 

publicado por POESIA-NO-POPULAR às 21:41
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Terça-feira, 12 de Agosto de 2008

"CONVITE"

-

Quantos sonhos à partida

bailam na nossa imaginação

Quantas certezas à chegada

ficam para recordação

-

Quantos cépticos, nossos amigos

Podem ser nossos convidados?

Podendo ficar melhor esclarecidos

Sendo por nós acompanhados

-

São três dias - únicos na vida

Onde vivemos e relembramos

A grande utopia por nós conseguida

Que em nós renasce todos os anos

-

Amigo vem - vem divertir-te

Para nós, tú és importante

Podes até - vir assumir-te

Aquí na nossa "FESTA do ÁVANTE"

-

Josémanangão

-

Sábado dia 6 às 15h concentração no Ponto de encontro!

ÁS 2oh jantar em local a combinar!

Não faltes,dá mais força á blogosfera!

 

publicado por POESIA-NO-POPULAR às 15:44
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Sábado, 9 de Agosto de 2008

"EVIDÊNCIAS"

-

A minha poesia retrata

As evidências expostas

Tem munições, mas não mata

Apenas tenta arranjar respostas

*

Para algo que assistimos

E nos deixa revoltados

Percebemos, mas não conseguimos

Unanimidade sobre os culpados

*

Para uns, é o destino

Para outros fatalidade

Eu penso desde pequenino

Que; é uma grande crueldade

*

Na minha poesia pacifista

As palavras são as balas

E porque sou comunista

Não me cansa ter de usá-las

*

Alertando a humanidade

Para o perigo instalado

O liberalismo é:-uma realidade

Precisa de ser estrangulado

*

Viram a abertura dos jogos (Olimpicos)

A massa humana unida

Teve a força e a beleza dos fogos

Foi grande exmplo p,rá vida

*

Josémanangão

 

publicado por POESIA-NO-POPULAR às 14:46
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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

" SERRA DA ARRÁBIDA"

-                      Serra da Arrábida a grande jóia

                   Beijada pelas águas do rio "Sado"

                   Defronte, a Peninsula de "Tróia

                   A cidade de Setúbal, vive a seu lado

-

                   Tem no seu ventre um convento

                    Cercado por luxuriante vegetação

                    Não fora essa doença do cimento

                    A Natureza cumpriria sua função

-

                    As escarpadas afiadas pelo tempo

                    Suas grutas, ainda por desvendar

                    Sua beleza, acaríciada pelo vento

-

                    Os mirantes, onde vamos admirar

                    Ao seu redor e em cada momento

                    O infinito, onde o céu, abraça o mar

-

                    Josémanangão

publicado por POESIA-NO-POPULAR às 14:01
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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

ENCANTAMENTO

 

-

-

               Da minha Serra

               Mergulho no meu mar

               De dentro do meu mar

               Admiro...Como é altiva a minha Serra

               Então o meu orgulho....Divide-se

               _ entre a serenidade do meu mar "Galapos"

               E a beleza da minha Serra"Arrábida"

-

               Josémanangão

 

publicado por POESIA-NO-POPULAR às 13:08
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Sexta-feira, 1 de Agosto de 2008

UMA ESTRANHA DITADURA

-

Finalmente  Viviane Forrester diz-nos:

-

Todos começam a compreender que a salvação não está numa corrida atrás de um modelo esgotado que mantem a submissão, num passado sem fim prometido como futuro, à custa dum presente sacrificado, mas, pelo contrário, num presente assumido, capaz de rejeitar uma política que celebra a Declaração dos Direitos do Homem, mas a considera prejudicial à modernidade.

 

Resistir é, em primeiro lugar, recusar. A urgência reside hoje em dia nessa recusa que nada tem de negativo, que é um acto indispensável, vital. A prioridade é recusar o horror económico, sair da armadilha e, a partir daí, avançar.

-

A urgência não está na resolução imediata de problemas falseados, mas no acto de pôr imediatamente os verdadeiros problemas e de se opor àquilo que os suscita sem ainda ter decidido o que sucederá àquilo que se descarta. A "solução" não reside na proposta de outro modelo, de um kit de substituição, na promessa de uma sociedade completamente nova, completamente limpa, garantida  chaves-na-mão; sabe-se hoje o que valem os modelos...

-

Tambem não reside numa receita, num modelo de emprego que certifique o êxito dessa posição, mas nos riscos assumidos a recusar o inadmissível. Exigir promessas antes de resistir é resistir à própria ideia de resistência e fazer o jogo dos poderes instalados. Conhecemos as mil e uma soluções propostas todos os dias, todas as semanas, todos os meses, com os resultados que se sabe. E as que correspondem a problemas fabricados ou falseados em função da resposta que lhe for dada.

-

Não são as respostas às questões sugeridas ou impostas pelo sistema a propósito do sistema que têm que ser descobertas sem demora, mas, pelo contrário, a armadilha que representam; os postolados e diktats a partir dos quais são formuladas, legitimando antecipadamente o que é controverso, já terão feito figura de respostas.

Qualquer resistência passa em primeiro lugar pela identificação e pela rejeição desse circulo vicioso. Visto do interior, nada é possível fora dos seus pontos de vista monomaníacos, obsessivos, que as suas propagandas difundem.

-

Espero que tenham gostado destes aperitivos sobre este pequeno grande livro.

Bom apetite!

publicado por POESIA-NO-POPULAR às 23:24
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